Apatia Mortal

Introdução

Apesar de na grande maioria dos países Europeus não se poder manter estatísticas criminais discriminadas por etnia, é um segredo mal guardado que a criminalidade violenta é um ofício praticado em grande parte por indivíduos de origem não-Europeia.

Com o influxo migratório que a crise de ‘refugiados’ trouxe à Europa o número desses crimes aumentou exponencialmente, como já tinha vindo a aumentar nas últimas décadas com a mais calma, mas ainda assim grande, enxurrada de emigrantes de países africanos e asiáticos. Muito já refugees-welcomese escreveu sobre o assunto, por antagonistas e apologistas. A identificação de padrões como o acima descrito sobre a criminalidade e a sua relação com a etnia é uma das coisas de que os média alternativos se orgulham de providenciar, tendo em conta a total ausência dessa identificação (ou mesmo omissão maliciosa) desses padrões. No entanto há um ângulo que é quase sempre ignorado (e dizer quase é ser generoso), mas que me parece ser extremamente importante, senão mesmo determinante não só para se entender o fenómeno, mas também para encontrar soluções para o mesmo.

Há essencialmente duas narrativas referentes a estes crimes: os média tradicionais têm a narrativa globalista, muitas vezes ocultando (ou tentando ocultar) as origens étnicas e religiosas dos prevaricadores – quando não é possível ignorar os crimes; os média alternativos (blogs, canais de youtube, alguns jornais online) avançam a narrativa nacionalista, salientando o carácter de invasão, de que estes crimes são cometidos não por nativos, mas sim por elementos estranhos à sociedade em que são perpetrados, racial e culturalmente. A narrativa que nunca vejo avançada, ou sequer mencionada, é nem nacionalista nem globalista (embora claramente mais simpatizante com a nacionalista, pelo menos em termos de objectivos), e é a narrativa moralista, que é a que venho apresentar aqui hoje, e que já mencionei algumas vezes no podcast.

Acho que é possível comparar o problema da invasão do terceiro mundo e dos crimes cometidos pelos invasores com o problema das armas e dos massacres perpetrados por exemplo nas escolas (como este caso recente). Em ambos os lados encontramos a narrativa materialista: da Esquerda querem proibir as armas, na Direita permitir o acesso a armas para efeitos de auto-defesa. Também aqui concordo muito mais com a Direita (já que a auto-defesa é um direito e um dever), mas não deixa de faltar ao seu argumento (muitas vezes) uma dimensão não-materialista. A origem do problema, e logo a sua solução última, não está na posse ou na ausência de armas – mas na alienação social, nos fármacos providenciados e na ausência de escapes adequados para jovens direccionarem a sua energia.

Mas se este problema é algumas vezes apontado pela Direita, juntamente com a sua defesa da posse de armas para auto-defesa, a verdade é que no caso da imigração esta outra (mais fundamental) identificação do problema é raramente mencionada.

Por isso vamos rever alguns dos casos mais famosos (ou mais macabros) e evidenciar este problema que raramente é mencionado, ou sublinhado, nos artigos que nos apresentam as histórias ou nos comentários que se fazem a eles.

O Escândalo de Rotherham

Este escândalo foi de tal forma grande que nem os média tradicionais o puderam ignorar quando rebentou, e consiste no abuso sexual de raparigas menores, ao longo de vários anos, por parte de grupos de paquistaneses. Tais abusos foram facilitados pela reluctância das autoridades em investigar os homens envolvidos por estes serem de uma minoria étnica (a BBC refere-se a eles rotherham-groomingcomo ‘asiáticos’, mas as fotos desfazem a confusão sobre a que parte da Ásia eles pertencem). O medo de serem acusados de racismo foi maior do que a vontade de descobrir a verdade sobre estes abusos, daí que eles tenham decorrido durante vários anos.

Este episódio teve um precedente, raramente mencionado, em que um ‘casal’ de sodomitas que tinha adoptado vários rapazes abusava frequentemente das crianças e usava o sistema de adopção (e a apatia dos serviços de adopção) como forma de acesso a rapazes para violar. Tal como em Rotherham, as autoridades não investigaram aquilo que era uma situação mais do que suspeita por medo de serem acusados de homofobia. Ao contrário de Rotherham, não houve grande publicidade ou agitação nos média (tradicionais ou alternativos). E usando este caso podemos apontar as causas óbvias, materialistas: a cobardia dos serviços de adopção, a falta de investigação sobre quem quer adoptar. Mas mais importante é apontar, a meu ver, uma sociedade que permite e encoraja a adopção de “casais” do mesmo sexo, e o próprio facto de que tantas crianças Europeias são concebidas fora do casamento e dadas para adopção. Ou seja, sublinha a existência de um problema moral, social, muito antes de ser um problema policial.

Similarmente, a primeira coisa a notar sobre Rotherham, e que foi de facto apontada pelos média alternativos, é a chocante realidade de que o homem Europeu tem mais medo de ser acusado de ser racista (ou homofóbico) do que tem vontade de justiça, preferindo legar menores ao abuso sexual e deixar os abusadores em liberdade. Isto seria já de si extremamente demonstrativo da apatia Europeia, mas a verdade é que essa apatia não fica por aqui – e é precisamente esta parte seguinte que é frequentemente ignorada, mas que é talvez ainda mais ilustrativa.

Este artigo conta as histórias, na primeira pessoa, de algumas das raparigas. ‘Sarah’, por exemplo, conta que foi levada com 11 anos por outra rapariga, que lhe mostrou ‘o que fazer’. ‘Jessica’, com 14, conta como um dos homens parou o carro ao pé dela e dos amigos e que foi assim que entrou em contacto com eles. Diz ela que ‘gostava dele e que queria estar com ele’, e que os pais diziam que ela não devia, que ele era muito velho, mas ela ‘não queria saber’, estava ‘fascinada por ele’. O pai ainda foi à polícia, mas como a rapariga ia voluntariamente com o homem, não podiam (e não queriam) fazer nada. ‘Emma’ conheceu os seus abusadores com 12 anos, seduzida pela promessa de drogas e álcool. As violações começaram pouco depois e as ameaças à mãe da rapariga levaram a que ela não fizesse queixa dos homens às autoridades.

Noutro artigo temos uma história com mais detalhes. Outra Sarah, desta vez nome verdadeiro, conta por exemplo que também ela foi apresentada, com 11 anos, aos homens por uma rapariga mais velha, de 15, com promessa de erva e álcool. Estas levaram, ao fim de dois anos, a cocaína e anfetaminas. Os abusos sexuais faziam parte da rotina: os homens iam buscá-la a casa e levavam-na de carro para vários locais onde o consumo de drogas e os abusos eram praticados. A rapariga vivia com a mãe, e apenas com a mãe, e com 3 irmãos. A mãe tinha dois trabalhos e sempre que tentava impedir a filha de ir com os seus violadores ela reagia violentamente, pois queria as drogas que eles providenciavam. Diz ela ‘eu tive 15 homens a puxar-me para fora de casa dos braços da minha mãe, mas eu odiava-a’.

Por fim, conta ainda a história da irmã mais nova, Laura, que aos 15 anos começou uma relação com um paquistanês de 16 anos. Ao fim de uns tempos acabaram e ela teve um outro caso com um amigo dele, também muçulmano, de quem engravidou. Depois voltou para o seu ex-namorado que, após descobrir que ela contara a história à família dele, decidiu matá-la por ter trazido vergonha e desonrado a sua família.

A história de Rotherham pinta um quadro de desolação social, desagregação familiar e apatia comunitária, sem o qual estes abusos continuados não poderiam existir. Se eliminássemos os imigrantes muçulmanos, não eliminaríamos o problema, apenas um dos seus sintomas. A facilidade e até celebração com que o Ocidente recebe hordas de imigrantes é em si um resultado da mesma desolação, desagregação e apatia. Quem vive numa lixeira pode andar constantemente a matar os mosquitos, mas sem se livrar do lixo não se livra da praga.

Rapariga Italiana desmembrada

Um dos casos mais recentes foi o de Pamela Mastropiero, uma rapariga de 18 anos encontrada morta e desmembrada dentro de malas de viagem. O primeiro homem acusado pelo crime foi um nigeriano de 29 anos, já conhecido das autoridades por ser um traficante de droga. Haxixe foi encontrado na sua casa. A rapariga, entretanto, era drogada e acabara de sair da clínica de reabilitação – a sua morte ocorrendo no dia seguinte.

Que conclusões podemos tirar?

Bom, os artigos são muito limitados na informação que dão porque, como eu disse, são focados na causa material, nunca nas situações e disposições que levaram à conclusão. Mas pelos pormenores dados não é difícil de adivinhar que a rapariga, com 18 anos e já viciada em drogas, saiu da clínica (não se sabe se contra as recomendações dos médicos, ou com o seu aval) e no mesmo dia foi procurar um traficante (o tal nigeriano), aparecendo no dia seguinte morta. Ou seja, foi procurar uma forma de morte e encontrou outra. Por mais macabro que o crime seja, por mais repulsivo que o assassino seja (ambas as coisas indisputáveis), o crime não teria acontecido sem a acção da rapariga em questão. E mesmo que o traficante fosse italiano, e que em vez de a matar se tornasse o seu vendedor frequente, poderíamos dizer que não havia nenhum problema? Quanto tempo até morrer de overdose? Quanto tempo até se prostituir para arranjar mais uma dose? E seria este destino melhor só porque a sua morte seria mais lenta, consentida, e com a ajuda de um Europeu, em vez de um Africano?

Se a nossa sociedade não estivesse caída num hedonismo suicidário, num abismo de alienação, esta história não existiria.

Rapariga Alemã esfaqueada

O título do artigo no site da Identity Evropa lê ‘Migrante Afegão assassina rapariga alemã de 15 anos’. O artigo em si não adianta grandes pormenores: afirma que o assassinato ocorreu numa loja devido a uma discussão (não se sabe sobre o quê) e mais nada sobre o crime em si. É curioso, mas é preciso ir aos média tradicionais para se encontrar detalhes que oferecem alguma perspectiva (neste caso a omissão maliciosa está do lado da narrativa nacionalista, mais uma vez mostrando que muita gente nos média alternativos se recusa a encarar o verdadeiro problema): a rapariga era, afinal, ex-namorada do assassino. O artigo diz, na voz da mãe da rapariga, que antes dela terminar o namoro com o rapaz, a família o tinha recebido de braços abertos. Também aqui as autoridades nada fizeram: aparentemente, depois da rapariga ter acabado com ele, o rapaz começou a persegui-la online e a causar distúrbios com os amigos dela.

Mais uma vez urge perguntar se, numa sociedade em ordem, com uma população moralmente sã, com famílias intactas, com um sentido de identidade e comunidade, se este crime, ou mais especificamente, as circunstâncias que levaram ao crime, poderiam ter acontecido. Não só a rapariga de 15 anos (!) entrou numa relação amorosa (e, deduz-se, sexual) com um emigrante afegão, como a família aceitou essa relação abertamente, convidou o futuro assassino para sua casa e, por fim, a rapariga decidiu terminar o namoro (algo que é cada vez mais comum entre as mulheres ocidentais, seja nas suas relações com Europeus ou não-Europeus).

Aposto que estas minhas considerações vão ser mal-entendidas por muita gente, mas não consigo, nem acho benéfico, ignorar o grande problema de lealdade entre os ocidentais, e em especial entre as mulheres ocidentais, que repetidamente correm para os braços dos refugiados, desde as mais tenras idades, com a apatia ou apoio dos pais (quando estes têm conhecimento, ou fazem parte das suas vidas de todo).

Na ausência dos ‘refugiados’ que se tornaram o objecto e maior emblema dessa falta de lealdade, de alguma outra forma essa falha moral se manifestaria. E o Ocidente continuaria em declínio mortal, deixando as suas raparigas e mulheres sexualmente livres para experimentar, desperdiçarem a sua fertilidade e beleza, e não produzirem descendência, ou produzirem uma descendência igualmente desligada de valores e normas de comportamento decentes que perpetuariam o ciclo de degeneração.

Outra rapariga Alemã

Esta outra rapariga alemã, de 19 anos, estudante de medicina, saíra de uma festa organizada pela faculdade às 2:37 da manhã e no caminho para casa, que percorria de bicicleta, foi violada e afogada no rio por um emigrante afegão. Como o Daily Mail observa, ‘ironicamente’ a rapariga fazia voluntariado em part-time para ajudar os ‘refugiados’. A polícia acredita no entanto que o agressor e a vítima nunca se tinham conhecido. A rapariga também fazia parte de uma iniciativa no Facebook chamada ‘Refugee Help Freiburg’.

A família, posteriormente, pediu oficialmente que, quem quisesse mostrar compaixão pelo sucedido, doasse dinheiro a uma instituição de caridade que ajudasse os ‘refugiados’.

Tal como no episódio anterior, uma sociedade sã, com as prioridades certas, não produziria esta situação. A mesma rapariga há 50, 100 ou 200 anos atrás não estaria numa festa, não estaria a estudar, mas sim em casa, com o marido e, provavelmente, com os filhos.

Não é possível desligar a libertação sexual, o acesso das mulheres à educação, a desagregação ou inexistência da família do problema migratório. A apatia e o hedonismo que levaram a uma coisa levaram também a outro. E mesmo que se resolva um dos problemas, mantém-se o problema original que levou à sua existência.

Como o Afonso muito bem observou num comentário a um episódio do podcast, a Direita em geral concorda na identificação dos problemas, e concorda com as soluções directas, mas é duvidoso que concordem com a identificação das causas mais profundas que estão na origem destes problemas (no caso, tratava-se da prostituição ‘soft’, como lhe chamam, praticada por miúdas de classe média de pais divorciados – e da reluctância de muita Direita em proibir o divórcio).

Rapariga Finlandesa Assassinada

Uma rapariga Finlandesa de 17 anos foi assassinada por um rapaz afegão que a violou, encharcou em gasolina e lhe pegou fogo. O contexto? Namoravam há um mês quando a rapariga quis acabar a relação para namorar com outro homem, enquanto que o namorado queria que ela se casasse com ele e fosse mãe dos seus filhos. Como ela não cooperou, ele atacou-a enquanto ela fazia jogging. Seja ou não verdade o que o ‘refugiado’ disse sobre querer casar e ter filhos, importa pouco para ilustrar a falha moral da parte da rapariga, que é o que me importa documentar.

Penso que não preciso de repetir a ladainha. O problema é exactamente o mesmo, apenas a manifestação é ligeiramente diferente, com outro cenário e noutro país. Mas a patologia social não muda.

Violação e violência na Suécia

Três raparigas adolescentes e um rapaz encontram-se para uma festa num apartamento nos arredores de Estocolmo.

Uma das raparigas convidou um emigrante da Libéria de 21 anos, que já conhecia. Este trouxe outro emigrante, do Quénia. Pouco depois, os dois emigrantes atacariam o rapaz (deixando-o com danos cerebrais permanentes) e violariam as raparigas.

Este é o último exemplo que aqui apresento. Tal como nos exemplos acima, revela exactamente o mesmo hedonismo, a mesma apatia, a mesma hipergamia feminina fora de controlo, a mesma efeminação masculina que é implícita ou explícita (um dos exemplos que não consegui encontrar o link, mas que me lembro de ler foi de uma jovem, se não me engano italiana, que convidou um ‘refugiado’ para o seu apartamento para ter sexo, e que foi depois encontrada morta pelo namorado, Europeu – o exemplo perfeito da falta de lealdade de que falamos).

Conclusão

Note-se que não mencionámos absolutamente nada (pois já muito se disse noutras paragens) sobre a política e os políticos, as decisões judiciais e os seus decisores, os organismos oficiais e instituições, etc, que vão maioritariamente no sentido da leniência para com os criminosos, de abertura das fronteiras e de apoio aos ‘refugiados’ a todos os custos. E também não mencionámos os atentados terroristas que são paralelos a estes outros crimes pontuais. Estes outros resultados são causados, ou no mínimo facilitados, pela mesma apatia para que chamamos a atenção.

Esquecendo portanto esses outros fenómenos a nível institucional, a nível individual a verdade é que encontramos caso atrás de caso em que são os Europeus (e em especial as Europeias) a convidar a sua própria destruição, seja num sentido mais global de quererem os ‘refugiados’ dentro das suas fronteiras, seja num sentido mais particular de os quererem dentro das suas casas e dos seus corpos. Caso atrás de caso em que a alienação, o hedonismo, a apatia, a desagregação da família e da comunidade, a falta de entraves à hipergamia feminina, a efeminação e impotência masculina, em suma, a morte espiritual dos Europeus, são a linha melódica que liga os vários movimentos desta sinfonia trágica.

E é indiscutível que existem muitos outros casos em que as vítimas (ou os pais das vítimas) não têm qualquer responsabilidade passiva, em que não procuraram a morte mas a encontraram na mesma às mãos dos bárbaros, mas arriscaria dizer que a maioria, senão uma esmagadora maioria, destes crimes se encontra na primeira categoria de ‘morte convidada’, e ignorar esta disposição suicidária nos Europeus é ignorar uma parte importantíssima da história, sem a qual o problema migratório não existiria em primeiro lugar, nem é passível de ser entendido e logo, de ser resolvido, satisfatoriamente e de uma vez por todas.

O facto é que existem igualmente inúmeros outros casos de mulheres que procuram os ‘refugiados’ para sexo sem que tenham o desfecho violento que vimos nos casos acima, que sublinham a mesma falta de lealdade, o mesmo hedonismo, a mesma apatia, o mesmo suicídio.

Podemos rever alguns dos mais conhecidos. Como o da rapariga Mórmon americana que, ao invés de ajudar as pessoas na sua comunidade, decidiu ir para um campo de refugiados na Grécia e acabou por se ‘apaixonar’ por um deles.

Ou as inúmeras mulheres suecas que levam ‘refugiados’ para casa que, supostamente, são menores de idade para terem relações sexuais com eles. As mesmas mulheres que, apesar do aumento enorme do número de violações, reagem desta forma quando alguns, poucos, adopt-refugee-1homens decidem protegê-las dizendo para os emigrantes tirarem as mãos das suas mulheres, elas respondem dizendo que não são deles coisa nenhuma.

Ou as também inúmeras mulheres britânicas que foram fazer voluntariado para a ‘selva’ de Calais para ter sexo com os ‘refugiados’, algumas com vários em cada dia.

O episódio mais grotesco, e ao mesmo tempo mais icónico, é o da mulher branca a ter relações sexuais com um ‘refugiado’ africano em cima de uma pilha de lixo. Orwell escreveu há umas décadas atrás que se quiséssemos uma imagem do futuro que imaginássemos uma bota a pisar um rosto, para sempre. Orwell, no entanto, provou ser extremamente ingénuo. Acho que podemos actualizar a frase e dizer, que se querem uma imagem do futuro Europeu imaginem um ‘refugiado’ a ter sexo com uma Europeia sobre uma pilha de lixo, para sempre. Enquanto não mudarmos o ímpeto na alma Europeia de se rebaixar a tal forma, de se destruir tão ilustrativamente, não podemos mudar nada.

Mas como evitar este futuro? Infelizmente não existem soluções fáceis nem instantâneas. O que sei por certo é qual não é a solução. E a solução não é continuarmos com um liberalismo, permissividade, matriarcado, degeneração puramente brancos. A solução não é removermos os imigrantes e continuarmos a indulgir no hedonismo que resulta na apatia que os convidou em primeiro lugar e que os continua a convidar. Afinal de contas, ainda não há muitas décadas os nossos países eram homogéneos, e essa homogeneidade resultou neste destino. Já existia algo de muito errado na nossa civilização, e nas almas das pessoas que a constituíam.

O nosso suicídio não será menos estrondoso, nem menos trágico, se for consumado apenas entre Europeus. Sem uma mudança estrutural, não só política, mas espiritual (sem a qual a política não pode suceder), sem retornar à tradição Cristã, ao patriarcado que o Ocidente rejeita mas que o Islão, bem ou mal, representa, o Ocidente não tem salvação. A luta não será sequer uma luta. A sociedade patriarcal vai vencer. Será simplesmente uma questão de saber se será a nossa, ou a deles.

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