Portugal Desintegrado : EP 50

8 opiniões sobre “Portugal Desintegrado : EP 50

  1. Boas Ilo, acabei de ouvir agora o teu podcast e agradeço mais uma vez para o teu alerta acerca de uma sociedade cada vez mais “progressiva”, ou diga-se “podrida”. Apesar de perceber que há um perigo ideológico a afectar o bem, tenho a capacidade de admitir que isto não é um questão apenas política mas sim cultural! De facto estas amarras ideológicas e obsessões materiais poderiam ser combatidas se o ocidente tivesse uma sociedade mais forte e que não se sucumbisse tão facilmente ao mal.
    Durante o podcast tu falas sobre Israel, o que me deixou a pensar qual é a tua percepção acerca desse facto. Admito já que devido à situação atual vejo-me obrigado a ser pró-Israel. O islmaismo tem que ser combatido.

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    1. Olá Tiago,

      se/quando fizer um próximo episódio leio e o seu comentário e comento. De momento deixo apenas este link onde explico a minha posição sobre os judeus: https://portugalintegral.wordpress.com/sobre-o-portugal-integral/

      Em episódios passados, incluindo o 49, já expliquei a minha visão sobre isso. quanto a apoiar Israel, recuso-me – é uma nação iníqua que utiliza todos os meios, por mais vis e nojentos, para destruir os seus inimigos – e cujo plano de expansão está inclusivamente ligado à invasão da Europa pelo terceiro mundo. Por exemplo, combatentes do ISIS são frequentemente tratados em hospitais Israelitas e o exército já pediu desculpas por atingi-los com bombas; ou, também, o uso de pornografia hardcore (a sério) contra civis palestinianos – incluindo crianças – faz com que não tenha o mínimo de simpatia. Muitos outros exemplos da cobardia e iniquidade do Estado Israelita podem ser encontradas. Em última instância, no entanto, o destino da Palestina só me interessa no sentido em que devia ser território Cristão, nem Islâmico nem Talmúdico.

      Também me recuso a ver o Islamismo como o maior dos nossos problemas. Tomara nós que fosse, pois é fácil de resolver. É um problema físico, material e como tal com soluções concretas. O nosso problema verdadeiro, de que a existência de Islamismo nas nossas sociedades é apenas um sinal, é espiritual e moral e daí muito mais complexo e difícil de resolver. Gosto de pôr as coisas nesta perspectiva: eu, como Cristão tradicionalista, tenho mais em comum em termos de convicções com um Europeu moderno ou com um Islâmico? E, infelizmente, tenho mais em comum com um Islâmico. Ao menos este reconhece que há um Deus supremo, Criador, que nos deu leis intemporais; este em geral reconhece que a sexualidade da mulher é um bem precioso, que deve ser protegido e não esbanjado, e que deve ser o homem a liderar. Do meu compatriota só espero que reconheça o seu próprio umbigo e a perseguição única do prazer e do conforto; e que deixe as suas filhas serem pouco menos que prostitutas, e as suas mulheres mandarem neles.

      Sei que são palavras duras, mas são sinceras.

      Um Abraço,
      Ilo

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      1. Sinceramente Ilo, duvido que um país minúsculo como Israel possa oprimir mais de 50 países islâmicos (1,5B de pessoas), falo isto porque desde 1948, Israel tem sido atacado por todo o mundo Islâmico. Mas enquanto aguardo a tua resposta deixo-te este video https://www.youtube.com/watch?v=-qqWyfNu79A .

        Preocupa-me o facto de comparares um europeu moderno a um islâmico. Todos nós somos europeus modernos, independentemente das diferenças de cada um, nós vivemos sobre algo que não existe em todos os cantos do mundo, vivemos sobre três pilares fundamentais, a moral cristã, o direito romano e a filosofia grega. O facto de as pessoas terem abusado dessas três virtudes para cometerem perversões e todas as maldades que tu vens alertado não pode apagar tudo aquilo que foi construído pela civilização ocidental. A noção de um “Criador” não sustenta a comparação de um cristão tradicionalista com um islâmico. É mais forte o que nos separa do que o que nos une.

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      2. Olá,

        Em primeiro lugar Israel é pequeno, mas a diáspora Ashkenazim (etnia que domina o país) é extremamente influente, em particular nos EUA. Daí que toda a política externa americana passe a fazer sentido quando vista do prisma de beneficar Israel. Todos os actos de desestabilização beneficiam Israel e prejudicam o povo americano e também os europeus.

        É preciso não esquecer que Israel foi fundado pela expropriação da terra de Cristãos, Muçulmanos e também Judeus semitas (que habitavam a terra já), para criar um estado semi-comunista. Digo Judeus semitas porque os Ashkenazim nem sequer são semitas, são do caucaso – como estudos genéticos levados a cabo por Israelitas atestam e uma comparação da fisionomia dos povos dessa zona com os Ashkenazim demonstram.

        Por isso não tenho qualquer simpatia pelos Ashkenazim, quando estes estão por detrás, não só desta desestabilização do médio oriente que tanto dano causa à Europa, como também por trás de uma boa parte de toda a subversão cultural no ocidente. E repara que eu detesto aquelas pessoas que vivem obcecadas com os judeus devido a esta sobrerepresentação: na minha opinião a culpa é nossa, ninguém nos manda tomar o veneno que nos vendem. Mas é importante saber quem é o vendedor. E na maioria, o vendedor é Ashkenazim.

        Quanto ao video, parei quando ele disse ‘depois de tudo o que os judeus sofreram na II guerra mundial não têm direito nem a pouquinho de terra’. Bom, em primeiro lugar, a história está mal contada – e não digo mais porque é ilegal discutir esta questão, algo que devia logo levantar bandeiras vermelhas de ‘aqui há gato’. Deixo este video cujo primeiro tema aborda precisamente esta questão: https://www.youtube.com/watch?v=3JKQsxIwUOk

        Em segundo lugar, um mal não justifica outro mal, e por mais que os judeus tenham sofrido, não justifica que roubem a terra a outros e causem eles sofrimento a outros. Vingança não é o caminho Cristão e não devia ser aplaudido ou defendido por verdadeiros Cristãos – muito menos quando a vingança é destinada àqueles que não têm nada que ver com o assunto.

        Eu não quero saber do direito romano ou da filosofia grega. A moral Cristã não foi abusada, foi esquecida e, em parte, corrompida (em grande parte por influência Ashkenazim, por sinal). Eu nunca disse que queria apagar tudo que foi construído. Os europeus apagaram pela sua própria mão, e é a isso que aludo. Mas indo além disso, muitas das coisas construídas pelo Ocidente, que são vistas pela maioria como boas, são a meu ver dos piores fenómenos criados: a colonização que gerou o globalismo, a revolução industrial que permitiu a destruição das comunidades naturais, a “renascença” e o “iluminismo” que serviram de base ideológica para os dois pontos anteriores. Nisto estou completamente contra os europeus, e recuso-me a aplaudir estes erros como se fossem grandes sucessos. Não. Foram desastres. E criaram o mundo que, agora, nos ameaça a própria sobrevivência – física e espiritual.

        Podemos fazer considerações filosóficas de religião comparada entre o Cristianismo e o Islão, e discutir se o Criador que falam uns é o mesmo que outros (eu nem acho isso). Mas cheguei a uma idade em que estas discussões filosóficas para mim não passam de masturbação mental. A verdade é que, entre um pai de família muçulmano turco, sírio ou libanês (como já conheci e conversei) e um hedonista português (que é a maioria dos que me rodeiam, seja qual for a idade e o estatuto social), tenho mais em comum com o turco, o sírio e o libanês – e preferia que os meus filhos interagissem com eles e as suas famílias, do que com a maioria dos filhos e famílias portuguesas.

        Um abraço,
        Ilo

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  2. Olá Ilo,

    50 episódios é obra!!

    Parabéns e muito obrigada pelo seu trabalho, pelas reflexões, pelo humor e pelo conhecimento que aqui nos transmite.

    Que Deus o guarde e o acompanhe.

    Ana Maria

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  3. Boas Ilo visto que não consigo responder ao teu último comentário, deixo aqui o meu restante feed..

    Embora ainda não tenha descoberto toda a verdade sobre o Holocausto ou o Holoconto, o facto é que as evidências são em maior número para o devido acontecimento do que para a farsa dele. Estou ciente que muita coisa foi deturpada e outra foi apagada, talvez nunca venha descobrir a verdade e está visto que alguém dizer o contrário do que a história narra é um atentado às liberdades humanas (porque a liberdade de expressão ao contrario do que se prega, vem com limites).

    Quanto a essa seita que tu falas isso só me dá mais razão para achar que eles devem ter um país e um estado soberano só para eles, para que se achem donos do mundozeco deles. Se me perguntasses qual seria a minha verdadeira vontade, eu dir-te-ia que seria erradicá-los assim como islamismo. Mas não quero ser tão extremista quanto um muçulmano, pois Ilo porque quando pensares em deixar os teus filhos com esses amigos de Alá lembra-te das virtudes do Islão, como a pedofilia, a escravatura sexual, a pena de morte, a poligamia e muitas mais barbaridades desse mundo árabe fora, já para não falar do tribalismo africano onde o islão comanda…

    Quanto ao resto do teu comentário nomeadamente quando falas do Cristianismo e da Europa eu consigo perceber a tua visão e na verdade e infelizmente tu acabas por ter razão, grandes conquistas que se tornaram grandes armas contra a própria humanidade! Mas a descoberta e a evolução faz parte da própria natureza assim como o enriquecimento, são leis naturais.

    Se me permites que te trate por tu, tenho começado a ouvir os teus podcast’s desde o inicio e embora algumas discordâncias, mas muitas concordâncias, denoto que és um individuo com muito conhecimento e com percepção para tocares nos pontos que mais ninguém fala. Agradeço por partilhares o teu conhecimento e a tua visão. E faço aqui um apelo para que cries uma secção de livros, documentários e outras obras que te inspiraram ou que aches relevante para o conhecimento geral ou crescimento pessoal dos teus leitores.

    Abraço,
    Kal-El

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    1. Olá Kal-El,

      Começo pelo fim: podes claro tratar-me por Tu (e tomei a tua pergunta como liberdade para o fazer também).

      Eu não tenho nenhum conhecimento ou percepção especial – serei mais informado que muitos e menos que muitos outros. Mas concordo que há poucas pessoas a falar da perspectiva que eu falo, e foi por isso que decidi criar o podcast. Mas fundamentalmente limito-me a aplicar as palavras de Cristo e da Igreja à realidade. No entanto claro que tenho outros influências que talvez seja interessante partilhar. Há vários livros (e música e pinturas) que me ajudaram a formar o meu pensamento e disposição. Vou tentar fazer uma lista e criar uma página no blog para esse efeito. O mais difícil talvez seja que eu sou facilmente influenciável por coisas que não gosto como por coisas que gosto, mas vou limitar a lista às coisas que tiveram uma influência positiva em mim (com as quais concordo, por assim dizer).

      Estranho não conseguires responder no outro post. Recebeste alguma mensagem de erro? Ou conseguiste enviar o comentário mas não apareceu? Vi a pasta de spam e não está lá nada.

      Eu concordo que numa sociedade sã devem haver limites à liberdade de expressão que impeçam radicais de atentar contra a ordem pública – neste caso, porém, os limites são para manter a corrente ordem que é antagónica ao Logos, ao ideal Cristão. O Holocausto é uma espécie de nova narrativa fundadora para os Europeus, e serve para os manter com uma culpa falsa que, psicologicamente, os impele a se auto-destruirem. Eu sou céptico em relação à narrativa oficial, mas não tenho um particular interesse sobre o assunto.

      Há uma forma não violenta e moral de erradicar o Islão e o Talmudismo (o Judaismo, propriamente dito, deixou de existir quando Cristo veio ao mundo e criou a Nova Aliança): conversão ao Cristianismo. Não há nada mais temido pelas elites do que a conversão genuína à verdadeira palavra de Cristo.

      Eu estou bem a par da pedofilia endémica em algumas sociedades islâmicas (e sublinho, algumas). O Afeganistão, Paquistão e Arábia saudita particularmente. Mas esses extremos de que falaste estão largamente ausentes de sociedades como a Turquia, a Síria, o Líbano ou o Irão. Curiosamente, nenhum destes povos é Árabe. E digo-te que estas sociedades são muito mais sãs do que qualquer sociedade nominalmente Cristã no Ocidente e os seus líderes muito mais capazes do que os nossos.

      Eu acredito que a descoberta e a evolução façam parte da nossa natureza, mas no sentido inverso ao que penso estares a descrever: ou seja, pelo Pecado Original e a nossa propensão para o mal, somos incapazes de manter o Bem de forma estável, isto é, de certa forma, estamos permanentemente, a nível macro, a repetir a transgressão e expulsão do Jardim do Eden. A mesma lei se encontra em todos os processos naturais: a Entropia, pois a nossa queda influenciou não apenas os homens, mas toda a Criação.

      Obrigado por mais um comentário interessante e um abraço,
      Ilo

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