Portugal Desintegrado : EP 52

2 opiniões sobre “Portugal Desintegrado : EP 52

  1. Olá Ilo.
    Obrigada por mais estes dois episódios que só agora tive a oportunidade de ouvir.

    Também fiquei chocada com a aprovação pelo Estado de Nova York da lei que permite o aborto mesmo no final da gravidez. Ao princípio até pensei que estava a ler mal ou que houvesse algum erro na notícia pois, de facto, tanta maldade é incompreensível.

    Pergunto-me se este será o fim da linha ou se ainda é preciso que as coisas piorem para que as pessoas consigam perceber de que lado estão o bem e o mal. Porque até admito que por vezes a escolha possa ser difícil, pelo menos para os mais apressados ou para os mais desabituados do uso do raciocínio. Na verdade estas decisões vêm sempre embrulhadas nos direitos humanos, na protecção dos desfavorecidos e das minorias, nos direitos das mulheres a decidirem sobre o seu corpo e blá, blá, blá …(como se aquele corpo e aquele espírito se confundissem com elas!)
    No final, a situação fica sempre pior e os mais prejudicados são mesmo aqueles que não têm qualquer hipótese de se defenderem, os mais frágeis entre os mais frágeis, a quem nenhum direito é reconhecido.

    Este é um crime selvagem e abominável e só pode ser uma maquinação de pessoas loucas, egoístas e satânicas. É o que acontece quando Deus passa a ser uma carta fora do baralho. Só que nós até nos podemos esquecer dele, até podemos por em causa a Sua existência, mas Ele não nos ignora nem se esquece de nós e a sua justiça é infalível. Não quero, nem consigo, imaginar o castigo para uma acção destas. Apenas lembro a seguinte advertência, talvez a mais dura que Jesus nos deixou: “Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno”.

    Portanto, por mais enfeitado que esteja o embrulho, é preciso estarmos atentos para não sermos enganados. De resto, é como o Ilo diz, na hora de votar não basta pensar nos números e na economia, mas também nos princípios e naquilo que queremos para o nosso futuro e para o futuro dos nossos filhos. Sendo certo que no que respeita ao aborto, tanto quanto sei, mas admito estar enganada, nenhum partido português tem no seu programa repensar a questão do aborto ou fazer um novo referendo.

    Cumprimentos e continuação de bom trabalho.
    Ana Maria

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  2. Olá Ilo, outra vez,

    Fiquei com um peso na consciência por causa do meu comentário anterior, por ter falado em crime, selvajaria e castigo a propósito do aborto, sobretudo quando a criança está prestes a nascer. Não retiro o que disse mas compreendo que possam ser palavras duras de mais para quem já possa ter praticado um acto desses e agora já não pode voltar atrás no tempo. Só queria acrescentar que se bem que o castigo seja inevitável, é sempre possível minorar a nossa culpa, através do arrependimento sincero, do serviço e do amor ao próximo: “o amor cobre multidão de pecados”.

    Ana Maria

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