‘Pregar aos convertidos’ e algumas sugestões

UPDATE @ 18:57: um pouco depois de publicar o texto, encontrei isto que ilustra perfeitamente o meu argumento quanto ao problema de querer apelar às massas. No video vemos um dos ‘nacionalistas cívicos’ mais populares, Tommy Robinson, a chamar ao palco de um evento político um drag queen e a aplaudir-lhe a bravura. Isto é o que acontece quando se quer ser ‘big tent’.

A ideia para este texto surgiu de uma conversa que tive com o Afonso de Portugal, na caixa de comentários deste post.

A ideia de que ‘pregamos aos convertidos’ é algo que já terá ocorrido a todos os autores cujas ideias são diferentes do mainstream, sobretudo desde o advento da Internet. Com a possibilidade de chegar directamente a um vasto público vem a sensação de fracasso e o sentimento de frustração quando o não conseguimos concretizar, e em vez disso parece que escrevemos apenas para o pequeno grupo que já nos conhece. Talvez ainda mais descoroçoante seja realizar que nunca chegaremos a influenciar com os nossos escritos um número considerável de pessoas. Esta última asserção não é partilhada por todos. Pelo contrário, muitos dos meus pares têm ainda como objectivo alcançar as massas e convertê-las à causa. Aqui vou expor as razões porque acho que tal não é possível, nem desejável, no estágio presente do nosso movimento.

Como o Afonso aponta e bem a “blogosfera tem perdido muitos leitores nos últimos anos, em grande parte devido às redes sociais”. O imediatismo junta-se às injecções de dopamina por cada reacção nessas redes, algo que os blogs não podem replicar, e com o qual não podem portanto competir. Junte-se a isso o facto de os ‘nacionalistas’ e ‘tradicionalistas’ não terem conseguido ‘ter um impacto visível’ nas redes sociais. Penso que há formas de utilizar as redes sociais de forma benéfica a nosso favor, mas falarei mais à frente deste aspecto. O que não considero é que alguma vez consigamos ter o mesmo nível de impacto, ou sequer parecido, que personalidades e grupos do mainstream têm.

O Afonso compara, por exemplo, as audiências gigantescas de miúdos parvos no Youtube com o insucesso numérico dos nacionalistas, e conclui “Ou encontramos formas eficazes de seduzir os nossos potenciais eleitores ou estamos condenados a continuar a falar para meia-dúzia de pessoas que já pensam como nós. Isto é um problema muito sério, a que poucos no movimento nacionalista têm dado atenção. É preciso aprendermos a vender o nosso peixe, ou continuaremos a perder as batalhas e, no final, a guerra!“. Eu concordo, mas acho que o mais importante é saber o que estamos a vender. A publicidade direccionada gera muito mais frutos do que a indiscriminada: a BMW não vai fazer publicidade num bairro social, mas em bairros de classe média alta. Ou seja, temos de saber quem são os consumidores da nossa particular espécie de ‘peixe’. Para isso temos de saber que ‘peixe’ é (se queremos atrair as massas ou atrair um número mais reduzido de homens capazes e rectos) e tal como os publicitários da BMW sabem identificar quem tem meios financeiros de comprar BMWs, nós temos de saber quem tem meios intelectuais de ‘comprar’ as nossas ideias.

Considere-se o cidadão comum: aquele que obtém toda a sua informação de fontes oficiais e desconfia de tudo o que não venha com o selo dessas fontes; que papa novelas, reality shows ou filmes de superheróis; que ouve a música terrível e degradante que dá na rádio, etc. Ou considere-se até o intelectual comum (estudante universitário, professor, jornalista, etc), cujo bem estar e estabilidade financeira (para não falar da psicológica) dependem da sua aderência aos lugares comuns do nosso tempo. Consegue-se imaginar que as nossas ideias os convençam? Terão capacidade intelectual, ou honestidade moral, para sequer as entreterem seriamente?

Eu não concordo que se possa instruir as massas pois por definição estas são insusceptíveis de instrução. Isto pode soar excessivamente elitista mas não somos nós contra a ideia de igualdade? Não reconhecemos a naturalidade das hierarquias? Só porque a Internet oferece a possibilidade de se chegar a um número elevado de pessoas, não significa que todo o tipo de ideias possam ser adoptadas (ou sequer consideradas) pela maioria. A Internet mudou os meios de comunicação, mas não mudou a natureza humana. Esta incapacidade das massas de pensar em problemas sociais não existe apenas na nossa sociedade, existiu em todas as do passado e existirá em todas as do futuro. Simplesmente não é útil ou possível ao cidadão comum pensar sobre questões complexas de organização social ou teor moral. Vários psicólogos sugerem até aos seus pacientes que se deixem de preocupar com tais assuntos pois estão fora da sua esfera de influência e controlo e como tal tendem a gerar sentimentos de ansiedade e stress. Tudo indica que somos nós, os que pensamos a fundo e frequentemente sobre estes assuntos, e não eles, que os ignoram, os verdadeiros ‘malucos’, pois dedicamos o nosso tempo a assuntos que estão largamente fora da nossa esfera de influência directa. Ou seja e em suma: nunca chegaremos a 99% dos fãs dos miúdos parvos do Youtube.

Depois há a questão de que o nosso canto da Internet é considerado radical pois está fora do espectro do discurso aceitável. Tendo em conta a natureza das mulheres e a quantidade de homens efeminados para quem seguir a linha oficial em assuntos desta dont-think.jpgnatureza é absolutamente essencial para a sua estabilidade psicológica, para quem estar alinhado com as opiniões do zeitgeist constitui um selo de aprovação da sua existência, podemos descontar também estes – mesmo tendo QIs medianos ou até acima da média, a sua disposição psicológica não lhes permite entreter as nossas ideias, até que elas tenham algum peso e consequência fora dos meios intelectuais. Mesmo que o zeitgeist vá contra os seus interesses directos como sabemos ir, a panaceia do politicamente correcto é o ópio que lhes permite funcionar em sociedade e distraí-los da dissonância cognitiva. Para estes, e até sermos um exemplo a seguir, não na Internet mas na prática, continuaremos a ser uma ameaça à estabilidade mental destas pessoas e à estabilidade social que pensam depender da aderência ao zeitgeist. Mais uma vez somos nós os ‘malucos’, que rejeitamos o conforto psicológico que surge da aceitação da mundividência vigente.

É portanto duvidoso, no mínimo, que consigamos atrair um número considerável de pessoas para aquela que é uma esfera por enquanto puramente intelectual e, pior, das franjas. Mas será isto uma tragédia?

Não creio. Primeiro, como se costumava dizer, o que não tem remédio, remediado está. Não acho que alguma vez consigamos alterar a natureza humana que torna as considerações acima apresentadas uma realidade, e não penso que essas considerações possam ser disputadas. Mas se tentar apelar às massas é maioritariamente uma perda de tempo – pelas razões apresentadas acima – pode ser também potencialmente prejudicial. E passo a explicar porquê.

Desde 2016 que tenho observado a evolução de vários ‘movimentos’ que ganharam uma maior proeminência com o fenómeno Trump. De repente, estas franjas não eram tão minoritárias, apelavam a um número cada vez maior de pessoas, incluindo pessoas como as que descrevi anteriormente. O que sucedeu com esse alargamento, no entanto, foi que para o efectuar teve de se fazer um enorme número de concessões tácticas, como ClA8HJ2VEAA8oOwacrescentar água ao leite até ficar só um líquido nojento que não é nem uma coisa nem outra. Da mensagem nacionalista e tradicionalista, para apelar às massas, ficou só uma tímida e reduzida ideia de ‘nacionalismo cívico’ – a ideia de que podemos ter uma sociedade multiracial desde que os imigrantes se ‘integrem’ na nossa cultura presente – e o exacto progressismo que defende essa cultura presente contra o qual nos insurgimos. A única coisa que ficou entrincheirada foi a oposição ao Islão – mas há boas e más razões para se lhe opor, e esta estirpe (a popular), a que apela a um número considerável, opõe-se por más razões. Os seus argumentos vão todos no sentido de defender as ‘liberdades’ Ocidentais – aquelas que são a principal causa da degeneração moral e étnica da nossa civilização. Ou seja, para apelar às massas, foi preciso prestar tributo aos dogmas da nossa época, e fazê-lo inclusivamente através da estupidificação dos meios (alguns dos Youtubers mais populares desta estirpe são francamente embaraçosos, pois querem ser comentadores sérios e, ao mesmo tempo, editar os seus videos de forma a captar a atenção dos tais miúdos parvos que não conseguem prestar atenção a nada que seja sério e sóbrio).

Repare-se quem são as figuras mais populares desta estirpe mais mediática: sodomitas, mulheres, minorias étnicas, travestis. Não são os homens brancos heterossexuais que criaram e defenderam a doutrina original e não conspurcada, mas sim papagueadores imitativos Kanye-MAGApertencentes aos grupos que têm algumas medalhas nas Olimpiadas da Opressão e que portanto são passíveis de serem ouvidos pela populaça. Note-se um exemplo recente e hilariante: quando Kanye West (um homem desequilibrado e sem talento) decidiu que afinal Trump era do seu agrado, e foi ligeiramente contra o zeitgeist neste aspecto, a plebe que foi atraída pela versão ‘aguada’ do movimento entrou em euforia por ter a validação de uma das vacas sagradas do progressismo (alguém que não fosse branco), e também por ser alguém tão popular (por partilharem a opinião de que a popularidade é em si mesma uma coisa boa). O mesmo se observou amiúde com outras vacas sagradas: sodomitas como o Milo Yiannopoulos, trad thots (‘putéfias tradicionalistas’) como a Lauren Southern, ou 7efda4313127bb3389b11be36caa10d7-d596isxtravestis como o Blair White. Eu não quero estas pessoas no meu grupo, não só porque apresentam uma versão domesticada e bastardizada daquilo em que acredito, mas porque aquilo que são na prática contradiz a teoria. Não podemos promover um patriarcado tradicional etnicamente coeso através de mulheres, sodomitas e minorias étnicas. É um contrasenso. O próprio PNR, que muitos ainda consideram uma alternativa viável, já começou a desfilar afrodescendentes para se tornar mais moderno e acessível ao cidadão comum que grita de horror quando lhe dizem que Portugal devia ser dos Portugueses. Quanto tempo até o PNR ter o seu ‘nacionalista genderqueer’ para angariar votos entre desviantes e os seus defensores? Quanto tempo até ter a sua ‘putéfia tradicionalista’ para lucrar com a frustração sexual e a falta de masculinidade das novas gerações? Em suma, as pessoas que estes fantoches atraiem não são pessoas que queiramos atrair, nem são na sua maioria pessoas passíveis de serem convertidas. E as que forem passíveis de conversão não convém que o sejam à doutrina enfraquecida através de personagens semi-progressistas. Se o forem, devem ser à doutrina verdadeira, através de homens brancos heterossexuais, que representam na prática aquilo que advogam na teoria.

Resta o argumento do ‘stepping stone’, isto é, que estas personagens e as suas versões degeneradas da doutrina servem de porta de entrada para a versão dura, mas nunca observei nenhum participante sério ter sido trazido por este meio. O que observei foi uma catrefada de desviantes sexuais, minorias étnicas e homens sexualmente frustrados que enfraquecem o movimento e nunca chegam ao patamar superior. Os que por acaso se radicalizam contaminam com drama, e por vezes até doxing, porque cotinuam a ser os mesmos seres fracos e efeminados que ainda ontem acreditavam na cantilena progressista e que se juntaram ao movimento apenas por interesse, ou para satisfazer uma necessidade de pertença nascida da sua fraqueza.

Algo que já é vastamente reconhecido como necessário é a exclusão e condenação dos elementos violentos, ‘neonazis’, etc. Reconhece-se que para a percepção do homem comum ter ‘neonazis’ caricaturais a utilizar meios violentos só serve para descredibilizar e dar uma ideia errada das nossas intenções. Também eles pertencem ao grupo dos QIs baixos, mas por frustração, trauma ou disposição (ou uma combinação destes factores), são atraídos pelas franjas políticas. Mas é notório que não servem para dar uma ideia correcta daquilo que representamos, nem servem como aliados, pelo menos enquanto o movimento não existir com racionalidade e organização, e enquanto não existirem instituições próprias e liderança clara. As massas são seguidoras por natureza, mas por enquanto ainda não há nada que possam seguir, pois o movimento é ainda puramente intelectual e desorganizado.

Por todas estas razões, pregar aos convertidos é um fado inevitável, mas não é tão espúrio como se possa pensar. Há óptimas e importantes razões para se continuar a falar àqueles que já estão do nosso lado, sem moderar a mensagem. Fazê-lo endurece a convicção e assegura os participantes de que não estão sozinhos (também nós somos humanos e sofremos das mesmas disposições psicológicas que fazem com que necessitemos, até certo ponto, de saber que existe quem concorde connosco); clarifica a doutrina e expurga-a de degenerações, desvios e concessões. E através destas duas consequências da pregação aos convertidos pode chegar-se a um entendimento sobre os valores, causas e objectivos do movimento, sobre qual se pode erigir algo mais concreto. O facto de neste momento ser ainda difuso e disperso não implica que seja para sempre assim. E esta pregação não exclui a conversão de novos membros, pelo contrário, garante que se convertem os membros certos. O que é preciso ter em conta é que para se efectuar uma conversão o converso já tem de estar aberto a ser convertido. Homens curiosos e intelectualmente honestos procurar-nos-ão para essa conversão, se já estiverem abertos a ela. E para cumprir estes dois desígnios é preciso não nos deixarmos desencorajar e continuar a pregar.

Falarei noutro texto sobre um plano de acção que vá além dos esforços intelectuais, mas aqui quero deixar apenas algumas sugestões em relação a este aspecto e tendo em conta a situação presente, no sentido de atrair aqueles que já andam à procura de algo e que potencialmente o encontrarão entre nós:

1) Os blogs que tratem maioritariamente de notícias e ofereçam a nossa perspectiva dos eventos noticiados ganhavam bastante em manter uma presença regular nas redes sociais populares (sobretudo no Twitter), para publicitarem os posts e contactarem potenciais ‘conversos’. Usando os hashtags, categorias, etc, para ligar os posts aos assuntos do dia, e interagir com figuras da Direita moderada (‘Insurgentes’, ‘Blasfemos’, etc), não para os converter a eles, mas para ilustrar a alguns dos seus leitores potencialmente convertíveis que existem perspectivas diferentes sobre os assuntos.

2) Criar contas em redes sociais alternativas (Gab, Minds, etc), para direccionar a partir das contas nas redes populares e encorajar o maior número possível a migrar para estas plataformas alternativas.

3) Blogs que façam posts curtos podem converter uma boa parte do seu conteúdo em posts nas redes sociais. O conteúdo imediatista oferece-se a este tipo de plataforma bem mais do que ao formato blog, deixando este para conteúdos mais longos. Se esses posts curtos forem sobre notícias deixá-los nas caixas de comentários dos jornais (e também dos blogs da Direita moderada) com links para os blogs pode trazer alguns curiosos.

4) Uma última consideração sobre a importância que a questão estética tem para o primeiro contacto: muitos dos blogs deste canto da Internet têm infelizmente uma estética descuidada, por vezes kitsch ou até casos crassos de desformatação que causam uma aversão automática em qualquer novo leitor. A questão estética pode parecer supérflua ou mesquinha, mas a meu ver a aparência sinaliza algo sobre o conteúdo: da mesma forma que um homem deve apresentar-se em público lavado e vestido de forma civilizada para ser levado a sério, o mesmo pode ser dito sobre os blogs e a sua aparência. Pode não ser justo julgar-se um livro pela capa, mas a verdade é que sucede e provavelmente vai sempre suceder. Um pequeno esforço neste sentido faria uma diferença tremenda.

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Apatia Mortal

Introdução

Apesar de na grande maioria dos países Europeus não se poder manter estatísticas criminais discriminadas por etnia, é um segredo mal guardado que a criminalidade violenta é um ofício praticado em grande parte por indivíduos de origem não-Europeia.

Com o influxo migratório que a crise de ‘refugiados’ trouxe à Europa o número desses crimes aumentou exponencialmente, como já tinha vindo a aumentar nas últimas décadas com a mais calma, mas ainda assim grande, enxurrada de emigrantes de países africanos e asiáticos. Muito já refugees-welcomese escreveu sobre o assunto, por antagonistas e apologistas. A identificação de padrões como o acima descrito sobre a criminalidade e a sua relação com a etnia é uma das coisas de que os média alternativos se orgulham de providenciar, tendo em conta a total ausência dessa identificação (ou mesmo omissão maliciosa) desses padrões. No entanto há um ângulo que é quase sempre ignorado (e dizer quase é ser generoso), mas que me parece ser extremamente importante, senão mesmo determinante não só para se entender o fenómeno, mas também para encontrar soluções para o mesmo.

Há essencialmente duas narrativas referentes a estes crimes: os média tradicionais têm a narrativa globalista, muitas vezes ocultando (ou tentando ocultar) as origens étnicas e religiosas dos prevaricadores – quando não é possível ignorar os crimes; os média alternativos (blogs, canais de youtube, alguns jornais online) avançam a narrativa nacionalista, salientando o carácter de invasão, de que estes crimes são cometidos não por nativos, mas sim por elementos estranhos à sociedade em que são perpetrados, racial e culturalmente. A narrativa que nunca vejo avançada, ou sequer mencionada, é nem nacionalista nem globalista (embora claramente mais simpatizante com a nacionalista, pelo menos em termos de objectivos), e é a narrativa moralista, que é a que venho apresentar aqui hoje, e que já mencionei algumas vezes no podcast.

Acho que é possível comparar o problema da invasão do terceiro mundo e dos crimes cometidos pelos invasores com o problema das armas e dos massacres perpetrados por exemplo nas escolas (como este caso recente). Em ambos os lados encontramos a narrativa materialista: da Esquerda querem proibir as armas, na Direita permitir o acesso a armas para efeitos de auto-defesa. Também aqui concordo muito mais com a Direita (já que a auto-defesa é um direito e um dever), mas não deixa de faltar ao seu argumento (muitas vezes) uma dimensão não-materialista. A origem do problema, e logo a sua solução última, não está na posse ou na ausência de armas – mas na alienação social, nos fármacos providenciados e na ausência de escapes adequados para jovens direccionarem a sua energia.

Mas se este problema é algumas vezes apontado pela Direita, juntamente com a sua defesa da posse de armas para auto-defesa, a verdade é que no caso da imigração esta outra (mais fundamental) identificação do problema é raramente mencionada.

Por isso vamos rever alguns dos casos mais famosos (ou mais macabros) e evidenciar este problema que raramente é mencionado, ou sublinhado, nos artigos que nos apresentam as histórias ou nos comentários que se fazem a eles.

O Escândalo de Rotherham

Este escândalo foi de tal forma grande que nem os média tradicionais o puderam ignorar quando rebentou, e consiste no abuso sexual de raparigas menores, ao longo de vários anos, por parte de grupos de paquistaneses. Tais abusos foram facilitados pela reluctância das autoridades em investigar os homens envolvidos por estes serem de uma minoria étnica (a BBC refere-se a eles rotherham-groomingcomo ‘asiáticos’, mas as fotos desfazem a confusão sobre a que parte da Ásia eles pertencem). O medo de serem acusados de racismo foi maior do que a vontade de descobrir a verdade sobre estes abusos, daí que eles tenham decorrido durante vários anos.

Este episódio teve um precedente, raramente mencionado, em que um ‘casal’ de sodomitas que tinha adoptado vários rapazes abusava frequentemente das crianças e usava o sistema de adopção (e a apatia dos serviços de adopção) como forma de acesso a rapazes para violar. Tal como em Rotherham, as autoridades não investigaram aquilo que era uma situação mais do que suspeita por medo de serem acusados de homofobia. Ao contrário de Rotherham, não houve grande publicidade ou agitação nos média (tradicionais ou alternativos). E usando este caso podemos apontar as causas óbvias, materialistas: a cobardia dos serviços de adopção, a falta de investigação sobre quem quer adoptar. Mas mais importante é apontar, a meu ver, uma sociedade que permite e encoraja a adopção de “casais” do mesmo sexo, e o próprio facto de que tantas crianças Europeias são concebidas fora do casamento e dadas para adopção. Ou seja, sublinha a existência de um problema moral, social, muito antes de ser um problema policial.

Similarmente, a primeira coisa a notar sobre Rotherham, e que foi de facto apontada pelos média alternativos, é a chocante realidade de que o homem Europeu tem mais medo de ser acusado de ser racista (ou homofóbico) do que tem vontade de justiça, preferindo legar menores ao abuso sexual e deixar os abusadores em liberdade. Isto seria já de si extremamente demonstrativo da apatia Europeia, mas a verdade é que essa apatia não fica por aqui – e é precisamente esta parte seguinte que é frequentemente ignorada, mas que é talvez ainda mais ilustrativa.

Este artigo conta as histórias, na primeira pessoa, de algumas das raparigas. ‘Sarah’, por exemplo, conta que foi levada com 11 anos por outra rapariga, que lhe mostrou ‘o que fazer’. ‘Jessica’, com 14, conta como um dos homens parou o carro ao pé dela e dos amigos e que foi assim que entrou em contacto com eles. Diz ela que ‘gostava dele e que queria estar com ele’, e que os pais diziam que ela não devia, que ele era muito velho, mas ela ‘não queria saber’, estava ‘fascinada por ele’. O pai ainda foi à polícia, mas como a rapariga ia voluntariamente com o homem, não podiam (e não queriam) fazer nada. ‘Emma’ conheceu os seus abusadores com 12 anos, seduzida pela promessa de drogas e álcool. As violações começaram pouco depois e as ameaças à mãe da rapariga levaram a que ela não fizesse queixa dos homens às autoridades.

Noutro artigo temos uma história com mais detalhes. Outra Sarah, desta vez nome verdadeiro, conta por exemplo que também ela foi apresentada, com 11 anos, aos homens por uma rapariga mais velha, de 15, com promessa de erva e álcool. Estas levaram, ao fim de dois anos, a cocaína e anfetaminas. Os abusos sexuais faziam parte da rotina: os homens iam buscá-la a casa e levavam-na de carro para vários locais onde o consumo de drogas e os abusos eram praticados. A rapariga vivia com a mãe, e apenas com a mãe, e com 3 irmãos. A mãe tinha dois trabalhos e sempre que tentava impedir a filha de ir com os seus violadores ela reagia violentamente, pois queria as drogas que eles providenciavam. Diz ela ‘eu tive 15 homens a puxar-me para fora de casa dos braços da minha mãe, mas eu odiava-a’.

Por fim, conta ainda a história da irmã mais nova, Laura, que aos 15 anos começou uma relação com um paquistanês de 16 anos. Ao fim de uns tempos acabaram e ela teve um outro caso com um amigo dele, também muçulmano, de quem engravidou. Depois voltou para o seu ex-namorado que, após descobrir que ela contara a história à família dele, decidiu matá-la por ter trazido vergonha e desonrado a sua família.

A história de Rotherham pinta um quadro de desolação social, desagregação familiar e apatia comunitária, sem o qual estes abusos continuados não poderiam existir. Se eliminássemos os imigrantes muçulmanos, não eliminaríamos o problema, apenas um dos seus sintomas. A facilidade e até celebração com que o Ocidente recebe hordas de imigrantes é em si um resultado da mesma desolação, desagregação e apatia. Quem vive numa lixeira pode andar constantemente a matar os mosquitos, mas sem se livrar do lixo não se livra da praga.

Rapariga Italiana desmembrada

Um dos casos mais recentes foi o de Pamela Mastropiero, uma rapariga de 18 anos encontrada morta e desmembrada dentro de malas de viagem. O primeiro homem acusado pelo crime foi um nigeriano de 29 anos, já conhecido das autoridades por ser um traficante de droga. Haxixe foi encontrado na sua casa. A rapariga, entretanto, era drogada e acabara de sair da clínica de reabilitação – a sua morte ocorrendo no dia seguinte.

Que conclusões podemos tirar?

Bom, os artigos são muito limitados na informação que dão porque, como eu disse, são focados na causa material, nunca nas situações e disposições que levaram à conclusão. Mas pelos pormenores dados não é difícil de adivinhar que a rapariga, com 18 anos e já viciada em drogas, saiu da clínica (não se sabe se contra as recomendações dos médicos, ou com o seu aval) e no mesmo dia foi procurar um traficante (o tal nigeriano), aparecendo no dia seguinte morta. Ou seja, foi procurar uma forma de morte e encontrou outra. Por mais macabro que o crime seja, por mais repulsivo que o assassino seja (ambas as coisas indisputáveis), o crime não teria acontecido sem a acção da rapariga em questão. E mesmo que o traficante fosse italiano, e que em vez de a matar se tornasse o seu vendedor frequente, poderíamos dizer que não havia nenhum problema? Quanto tempo até morrer de overdose? Quanto tempo até se prostituir para arranjar mais uma dose? E seria este destino melhor só porque a sua morte seria mais lenta, consentida, e com a ajuda de um Europeu, em vez de um Africano?

Se a nossa sociedade não estivesse caída num hedonismo suicidário, num abismo de alienação, esta história não existiria.

Rapariga Alemã esfaqueada

O título do artigo no site da Identity Evropa lê ‘Migrante Afegão assassina rapariga alemã de 15 anos’. O artigo em si não adianta grandes pormenores: afirma que o assassinato ocorreu numa loja devido a uma discussão (não se sabe sobre o quê) e mais nada sobre o crime em si. É curioso, mas é preciso ir aos média tradicionais para se encontrar detalhes que oferecem alguma perspectiva (neste caso a omissão maliciosa está do lado da narrativa nacionalista, mais uma vez mostrando que muita gente nos média alternativos se recusa a encarar o verdadeiro problema): a rapariga era, afinal, ex-namorada do assassino. O artigo diz, na voz da mãe da rapariga, que antes dela terminar o namoro com o rapaz, a família o tinha recebido de braços abertos. Também aqui as autoridades nada fizeram: aparentemente, depois da rapariga ter acabado com ele, o rapaz começou a persegui-la online e a causar distúrbios com os amigos dela.

Mais uma vez urge perguntar se, numa sociedade em ordem, com uma população moralmente sã, com famílias intactas, com um sentido de identidade e comunidade, se este crime, ou mais especificamente, as circunstâncias que levaram ao crime, poderiam ter acontecido. Não só a rapariga de 15 anos (!) entrou numa relação amorosa (e, deduz-se, sexual) com um emigrante afegão, como a família aceitou essa relação abertamente, convidou o futuro assassino para sua casa e, por fim, a rapariga decidiu terminar o namoro (algo que é cada vez mais comum entre as mulheres ocidentais, seja nas suas relações com Europeus ou não-Europeus).

Aposto que estas minhas considerações vão ser mal-entendidas por muita gente, mas não consigo, nem acho benéfico, ignorar o grande problema de lealdade entre os ocidentais, e em especial entre as mulheres ocidentais, que repetidamente correm para os braços dos refugiados, desde as mais tenras idades, com a apatia ou apoio dos pais (quando estes têm conhecimento, ou fazem parte das suas vidas de todo).

Na ausência dos ‘refugiados’ que se tornaram o objecto e maior emblema dessa falta de lealdade, de alguma outra forma essa falha moral se manifestaria. E o Ocidente continuaria em declínio mortal, deixando as suas raparigas e mulheres sexualmente livres para experimentar, desperdiçarem a sua fertilidade e beleza, e não produzirem descendência, ou produzirem uma descendência igualmente desligada de valores e normas de comportamento decentes que perpetuariam o ciclo de degeneração.

Outra rapariga Alemã

Esta outra rapariga alemã, de 19 anos, estudante de medicina, saíra de uma festa organizada pela faculdade às 2:37 da manhã e no caminho para casa, que percorria de bicicleta, foi violada e afogada no rio por um emigrante afegão. Como o Daily Mail observa, ‘ironicamente’ a rapariga fazia voluntariado em part-time para ajudar os ‘refugiados’. A polícia acredita no entanto que o agressor e a vítima nunca se tinham conhecido. A rapariga também fazia parte de uma iniciativa no Facebook chamada ‘Refugee Help Freiburg’.

A família, posteriormente, pediu oficialmente que, quem quisesse mostrar compaixão pelo sucedido, doasse dinheiro a uma instituição de caridade que ajudasse os ‘refugiados’.

Tal como no episódio anterior, uma sociedade sã, com as prioridades certas, não produziria esta situação. A mesma rapariga há 50, 100 ou 200 anos atrás não estaria numa festa, não estaria a estudar, mas sim em casa, com o marido e, provavelmente, com os filhos.

Não é possível desligar a libertação sexual, o acesso das mulheres à educação, a desagregação ou inexistência da família do problema migratório. A apatia e o hedonismo que levaram a uma coisa levaram também a outro. E mesmo que se resolva um dos problemas, mantém-se o problema original que levou à sua existência.

Como o Afonso muito bem observou num comentário a um episódio do podcast, a Direita em geral concorda na identificação dos problemas, e concorda com as soluções directas, mas é duvidoso que concordem com a identificação das causas mais profundas que estão na origem destes problemas (no caso, tratava-se da prostituição ‘soft’, como lhe chamam, praticada por miúdas de classe média de pais divorciados – e da reluctância de muita Direita em proibir o divórcio).

Rapariga Finlandesa Assassinada

Uma rapariga Finlandesa de 17 anos foi assassinada por um rapaz afegão que a violou, encharcou em gasolina e lhe pegou fogo. O contexto? Namoravam há um mês quando a rapariga quis acabar a relação para namorar com outro homem, enquanto que o namorado queria que ela se casasse com ele e fosse mãe dos seus filhos. Como ela não cooperou, ele atacou-a enquanto ela fazia jogging. Seja ou não verdade o que o ‘refugiado’ disse sobre querer casar e ter filhos, importa pouco para ilustrar a falha moral da parte da rapariga, que é o que me importa documentar.

Penso que não preciso de repetir a ladainha. O problema é exactamente o mesmo, apenas a manifestação é ligeiramente diferente, com outro cenário e noutro país. Mas a patologia social não muda.

Violação e violência na Suécia

Três raparigas adolescentes e um rapaz encontram-se para uma festa num apartamento nos arredores de Estocolmo.

Uma das raparigas convidou um emigrante da Libéria de 21 anos, que já conhecia. Este trouxe outro emigrante, do Quénia. Pouco depois, os dois emigrantes atacariam o rapaz (deixando-o com danos cerebrais permanentes) e violariam as raparigas.

Este é o último exemplo que aqui apresento. Tal como nos exemplos acima, revela exactamente o mesmo hedonismo, a mesma apatia, a mesma hipergamia feminina fora de controlo, a mesma efeminação masculina que é implícita ou explícita (um dos exemplos que não consegui encontrar o link, mas que me lembro de ler foi de uma jovem, se não me engano italiana, que convidou um ‘refugiado’ para o seu apartamento para ter sexo, e que foi depois encontrada morta pelo namorado, Europeu – o exemplo perfeito da falta de lealdade de que falamos).

Conclusão

Note-se que não mencionámos absolutamente nada (pois já muito se disse noutras paragens) sobre a política e os políticos, as decisões judiciais e os seus decisores, os organismos oficiais e instituições, etc, que vão maioritariamente no sentido da leniência para com os criminosos, de abertura das fronteiras e de apoio aos ‘refugiados’ a todos os custos. E também não mencionámos os atentados terroristas que são paralelos a estes outros crimes pontuais. Estes outros resultados são causados, ou no mínimo facilitados, pela mesma apatia para que chamamos a atenção.

Esquecendo portanto esses outros fenómenos a nível institucional, a nível individual a verdade é que encontramos caso atrás de caso em que são os Europeus (e em especial as Europeias) a convidar a sua própria destruição, seja num sentido mais global de quererem os ‘refugiados’ dentro das suas fronteiras, seja num sentido mais particular de os quererem dentro das suas casas e dos seus corpos. Caso atrás de caso em que a alienação, o hedonismo, a apatia, a desagregação da família e da comunidade, a falta de entraves à hipergamia feminina, a efeminação e impotência masculina, em suma, a morte espiritual dos Europeus, são a linha melódica que liga os vários movimentos desta sinfonia trágica.

E é indiscutível que existem muitos outros casos em que as vítimas (ou os pais das vítimas) não têm qualquer responsabilidade passiva, em que não procuraram a morte mas a encontraram na mesma às mãos dos bárbaros, mas arriscaria dizer que a maioria, senão uma esmagadora maioria, destes crimes se encontra na primeira categoria de ‘morte convidada’, e ignorar esta disposição suicidária nos Europeus é ignorar uma parte importantíssima da história, sem a qual o problema migratório não existiria em primeiro lugar, nem é passível de ser entendido e logo, de ser resolvido, satisfatoriamente e de uma vez por todas.

O facto é que existem igualmente inúmeros outros casos de mulheres que procuram os ‘refugiados’ para sexo sem que tenham o desfecho violento que vimos nos casos acima, que sublinham a mesma falta de lealdade, o mesmo hedonismo, a mesma apatia, o mesmo suicídio.

Podemos rever alguns dos mais conhecidos. Como o da rapariga Mórmon americana que, ao invés de ajudar as pessoas na sua comunidade, decidiu ir para um campo de refugiados na Grécia e acabou por se ‘apaixonar’ por um deles.

Ou as inúmeras mulheres suecas que levam ‘refugiados’ para casa que, supostamente, são menores de idade para terem relações sexuais com eles. As mesmas mulheres que, apesar do aumento enorme do número de violações, reagem desta forma quando alguns, poucos, adopt-refugee-1homens decidem protegê-las dizendo para os emigrantes tirarem as mãos das suas mulheres, elas respondem dizendo que não são deles coisa nenhuma.

Ou as também inúmeras mulheres britânicas que foram fazer voluntariado para a ‘selva’ de Calais para ter sexo com os ‘refugiados’, algumas com vários em cada dia.

O episódio mais grotesco, e ao mesmo tempo mais icónico, é o da mulher branca a ter relações sexuais com um ‘refugiado’ africano em cima de uma pilha de lixo. Orwell escreveu há umas décadas atrás que se quiséssemos uma imagem do futuro que imaginássemos uma bota a pisar um rosto, para sempre. Orwell, no entanto, provou ser extremamente ingénuo. Acho que podemos actualizar a frase e dizer, que se querem uma imagem do futuro Europeu imaginem um ‘refugiado’ a ter sexo com uma Europeia sobre uma pilha de lixo, para sempre. Enquanto não mudarmos o ímpeto na alma Europeia de se rebaixar a tal forma, de se destruir tão ilustrativamente, não podemos mudar nada.

Mas como evitar este futuro? Infelizmente não existem soluções fáceis nem instantâneas. O que sei por certo é qual não é a solução. E a solução não é continuarmos com um liberalismo, permissividade, matriarcado, degeneração puramente brancos. A solução não é removermos os imigrantes e continuarmos a indulgir no hedonismo que resulta na apatia que os convidou em primeiro lugar e que os continua a convidar. Afinal de contas, ainda não há muitas décadas os nossos países eram homogéneos, e essa homogeneidade resultou neste destino. Já existia algo de muito errado na nossa civilização, e nas almas das pessoas que a constituíam.

O nosso suicídio não será menos estrondoso, nem menos trágico, se for consumado apenas entre Europeus. Sem uma mudança estrutural, não só política, mas espiritual (sem a qual a política não pode suceder), sem retornar à tradição Cristã, ao patriarcado que o Ocidente rejeita mas que o Islão, bem ou mal, representa, o Ocidente não tem salvação. A luta não será sequer uma luta. A sociedade patriarcal vai vencer. Será simplesmente uma questão de saber se será a nossa, ou a deles.

Uma mera formalidade

A barbárie Islâmica continua a assolar a Europa. Os detalhes são irrelevantes. Por muito que a imprensa queira ofuscar a origem dos ataques terroristas ou desculpabilizar os responsáveis, só behead-those-who-insult-islammesmo quem insiste em fechar os olhos não sabe. Quem é que, com dois dedos de testa, com o mínimo de atenção e o mínimo de honestidade acha que se deve continuar a importar hordas de árabes, magrebinos e africanos que professam o Islão? Quem é que, na posse das suas faculdades mentais, ainda acha que o Islão é uma religião de paz e que o elemento de conquista é a excepção e não a regra? Ninguém. Quem era passível de ser instruído já o foi. Pelo que é irrelevante para a Direita martelar mais uma vez o assunto.

No entanto, dada a frequência da barbárie, este martelar tornou-se uma fonte de popularidade, de rendimento e mediatismo. Da mesma forma que a Esquerda utiliza os eventos para pregar o seu demónico evangelho, o virtue-signaling da Direita é exclamar, uma e outra vez, o óbvio ululante. É pena porque é uma evidência que ofusca o verdadeiro problema.

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Wilders: “Basta de selvagens castanhos que violam miúdos“; Also Wilders: “Temos de defender os nossos pederastas da selvajaria Islâmica“. Hum… ?

De certa forma, é compreensível. A Direita já não ganha há muito: a sua existência é unicamente reactiva perante qualquer que seja a obsessão da Esquerda no momento – e a Esquerda, que é patrocinada pelas elites financeiras com os seus propósitos particulares completamente

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Espécimes da Raça Ariana.

desligados dos interesses dos nativos e dos imigrantes, está permanentemente investida num exercício de gaslighting da população sem precedentes. A cada atentado, a Esquerda (que inclui a imprensa, as universidades, o governo, os think thanks, etc.) jura-nos que o Islão é uma religião de paz, que os atentados nada têm a ver com a importação desta cultura para a Europa, que criticá-la é ser xenófobo e que, em última instância, encontrar um padrão em todos estes eventos apenas demonstra o quão odiosos são os críticos. Perante isto, a Direita arranca para a refutação de todas as permissas da Esquerda, e assim permite que ela dite o tom e o conteúdo do discurso.

A Esquerda sendo o que é, e patrocinada por quem é, vê apenas as consequências e causas materiais. Nem importa que minta. A refutação das suas mentiras não desliga a crítica da mundividência materialista. Além disso é muito mais fácil atacar os outros do que olhar para dentro, admitir as nossas falhas e superá-las. Se a Esquerda decidiu olhar para dentro e aceitar tudo o que há de mau como sendo bom, a oposição decidiu ignorar o pântano que é a alma europeia e apontar o foco para fora, como se fosse possível que os elementos exteriores nos afectassem como afectam sem que houvesse subversão interna.

É importante perceber a verdadeira origem do problema, que não são os bárbaros estrangeiros mas os nativos moralmente apáticos. Eu não vejo nenhuma outra civilização a convidar bárbaros para as suas nações, a dar-lhes casa, comida e abrigo. Nenhuma outra raça tão apática que após cada atentado defende as suas causas e que continua a insistir em convidá-los. Quantos dos que morreram em Espanha apoiavam os ‘refugiados’? Quantos não apoiando ficaram calados? Quantos permitiram ou estiveram-se a marimbar para o facto de as suas crianças sofrerem lavagens cerebrais na escola para que os aceitem?

Morreram 14 pessoas no atentado espanhol. Entretanto houve mais uns quantos, noutros sítios. Mas quantos abortos foram perpetrados nesse espaço de tempo? Quantas vidas pereceram às mãos dos próprios Europeus, com subsídio público e indiferença da população?

No Twitter alguém perguntava, perante a notícia de que o jihadista que cometeu o atentado já tinha anunciado o seu propósito, ‘como é que é possível continuarem a ignorar?‘. A resposta é simples: apatia. Se o jihadista tivesse dito que queria ilegalizar a pornografia tinham-lhe prestado atenção e feito protestos.

Se o problema fosse só um de invasão, era fácil de resolver. Infelizmente, o problema é muito mais profundo. A ameaça física que os bárbaros Islâmicos apresentam é insignificante comparada com

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Mais espécimes da Raça Ariana.

a aniquilação espiritual a que os europeus se votaram a si mesmos. O Homem Europeu tem como único deus o hedonismo. Enquanto lhe permitirem refastelar-se nos seus pecados, é-lhe completamente indiferente se bárbaros estrangeiros matam os seus compatriotas, violam as suas mulheres e crianças ou destroem as suas cidades. A sua lealdade é direccionada apenas para o seu prazer imediato. Pelo que até os críticos do Islão e da sua entrada na Europa estão simplesmente focados na sua remoção e julgam que, uma vez removido o elemento Islâmico, a Europa pode continuar na sua depravação hedonista e tudo correrá pelo melhor.

Os avisos foram-nos dados mas decidimos não os ouvir. Os antigos Israelitas cometeram o mesmo erro, tiveram a mesma presunção e sofreram as mesmas consequências:

«Todas estas maldições vos seguirão e vos alcançarão até que sejam destruídos — tudo por terem recusado ouvir o Senhor vosso Deus. Estes horrores cairão sobre vocês e os vossos descendentes como um sinal. Tornar-se-ão escravos dos vossos inimigos, por causa de não terem louvado o Senhor por tudo o que vos deu. O Senhor mandará os vossos inimigos contra vocês; vocês terão fome, sede, frio e necessidades em todos os domínios. Um jugo de ferro será posto no vosso pescoço, até que sejam destruídos.

O Senhor trará contra vocês uma nação distante que vos cairá em cima como uma ave de rapina; uma nação cuja língua não compreenderão — gente feroz e furiosa que não terá compaixão nem de velhos nem de novos. Eles comerão tudo o que é vosso em casa e nos campos; levar-vos-ão todo o gado e as colheitas; desaparecerão os cereais, o vinho novo, o azeite, as crias das vacas e das ovelhas. Essa nação sitiará as vossas cidades e derrubará as muralhas, por mais altas que sejam e por muito que pensem que vos protegem seguramente.» (Deuteronómio 28:45-52)

A história está a repetir-se porque os Europeus, tal como os antigos Israelitas, elevaram as suas invenções e prazeres terrenos acima de Deus e dos seus mandamentos. A incrível disfuncionalidade das nossas sociedades deriva deste facto, e faz-nos a cada dia mais fracos, mais solipsistas, menos humanos, e a nossa fraqueza torna-nos presas fáceis para os bárbaros. «Quem tem apego à sua vida vai perdê-la; quem despreza a sua vida neste mundo vai conservá-la para a vida eterna» (João 12:25). A alma do Europeu comum está perdida. A morte física trazida pelos bárbaros é uma mera formalidade.